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  • 15 de abr. de 2022
  • 2 min de leitura

Jean-Yves Leloup


Somos passantes

Este tema da passagem é o tema da Páscoa.

Pessah em hebraico, quer dizer passagem.

A passagem, no rio, de uma margem à outra margem, a passagem de um pensamento a outro pensamento, a passagem de um estado de consciência a outro estado de consciência.

A passagem de um modo de vida a um outro modo de vida.

Somos passageiros.

A vida é uma ponte e, como diziam os antigos, não se constrói sua casa sobre uma ponte.

Temos que manter, ao mesmo tempo, as duas margens do rio, a matéria e o espírito, o céu e a terra, o masculino e o feminino e fazer a ponte entre estas nossas diferentes partes, sabendo que estamos de passagem.

É importante lembrar-se do carácter passageiro de nossa existência, da impermanência de todas as coisas, pois o sofrimento geralmente é de querermos fazer durar o que não foi feito para durar.

A grande páscoa é a passagem desta vida mortal para a vida eterna, é a abertura do coração humano ao coração divino.

É a passagem da escravidão para a liberdade, passagem que é simbolizada pela migração dos hebreus, do Egito para a terra Prometida.

Mas não é preciso temer o Mar Vermelho.

O mar de nossas memórias, de nossos medos, de nossas reações.

Temos que atravessar todas estas ondas, todas estas tempestades, para tocar a terra da liberdade, o espaço da liberdade que existe dentro de nós.

Somos passantes.

Creio que esta palavra é verdadeiramente um convite para continuarmos nosso caminho a partir do lugar onde algumas vezes paramos.

Observemos o que pára a vida em nós, o que impede o amor e o perdão, onde se localiza o medo dentro de nós.

É por lá que é preciso passar, é lá o nosso Mar Vermelho.

Mas, ao mesmo tempo, não esqueçamos a luz, não esqueçamos a liberdade, a terra que nos foi prometida.

Boa Passagem!





 
 
 
  • 19 de mar. de 2022
  • 3 min de leitura

Queridos amigos,


Bom dia!


Hoje, 20 de março, é o DIA INTERNACIONAL DA FELICIDADE!


Aqui estou, neste meu ciclo de eternidade, no primeiro dia do outono, vinte de março de 2022, domingo, vestida de gratidão ao Dono do Universo, por ter me concedido o milagre da vida e o êxtase de viver cercada de pessoas do bem, que junto comigo plantam e acreditam nas sementes e nas atitudes da “FELICIDADE”.


Alguém, aqui da minha rede social, poderá me perguntar ou até mesmo me questionar, Tereza: De qual mundo você está falando? Você tem visto as notícias? E, então eu te respondo assim: A felicidade é um caminho que escolhemos para trilhar! É uma decisão, um objetivo e meta de cada um de nós.


Eu escolho todas as manhãs ser feliz. Sim! Eu tenho problemas inúmeros e sofro como todos os mortais, mas a felicidade sempre dá um jeito de me abraçar e me envolver de novo. A vida tem me ensinado a trabalhar rápido na dissolução da negatividade e no exercício do perdão diário.


Por que perdoar amanhã? Perdoe hoje, agora! A gente fica leve, livre e solto para ser feliz! Acho que sou como as mariposas, só me cerco do bem e das pessoas do bem, e essa liberdade de escolha é a própria felicidade, acredito piamente nisso.


Nessa minha caminhada da vivência da “Oficina da Bola da Felicidade” já completando sete anos de estradas, rodoviárias e aeroportos, observando e entrevistando mais de 3 mil pessoas nas 72 cidades de 19 estados brasileiros, além de Lisboa, Portugal, tenho um dossiê sobre a felicidade no meu caderno de capa azul bordado com a perfeição pelas mãos de mamãe e nessa roda de vivência a minha pergunta é uma só:


O QUE TE MOVE? Quando você acorda de manhã e se descobre vivo! Ao colocar seus pés no chão e saber que um dia pleno de milagre vivo e latente está inteiro ao seu dispor: O QUE TE FAZ FELIZ? Esta é a pergunta e também o ponto culminante da vivência comunitária que se chama a Oficina da Bola da Felicidade.


Tenho tudo anotado! Cada pessoa, cada grupo, cada cidade, cada estado, cada olhar, cada som da voz de cada uma destas pessoas que Deus permitiu que cruzasse o meu caminho para bordarmos juntas a Bola da Felicidade com suas histórias de vida e responder as perguntas da minha Oficina: O que te motiva a levantar todos os dias, quando você coloca os teus pés no chão e qual é o primeiro pensamento que te invade? O que te faz feliz?


Nesta manhã de puro milagre, fico aqui comtemplando o céu e relembrando as inúmeras respostas de felicidades que tenho anotadas em meu caderno de capa azul bordado com a perfeição pelas mãos de mamãe! E querem saber? A maioria das respostas nestes encontros chega perto de 99% com a mesma frase: a minha família, os meus filhos e não importa se estamos na capital de São Paulo, Salvador, Curitiba ou lá em Passira, sertão do Pernambuco.


É engraçado pensar que os seres humanos viventes neste mundo moderno das altas tecnologias, estão gastando um tempo desmedido em redes sociais e os abraços apertados e aqueles olhares demorados foram substituídos por esse aparelho metálico e luminoso...


A Oficina Bola da Felicidade e o Curso de Formação de Multiplicadores da Bola da Felicidade são uma proposta de encontro do ser consigo mesmo. Uma pequena fresta de esperança e felicidade nestes dias metálicos, sem poesia!


"A felicidade é um susto. Chega na calada da noite, na fala do dia, no improviso das horas. Chega sem chegar, insinua mais que propõe... Felicidade é animal arisco. Tem que ser admirada à distância porque não aceita a jaula que preparamos para ela. Vê-la solta e livre no campo, correndo com sua velocidade tão elegante, é uma sublime forma de possuí-la. Felicidade é chuva que cai na madrugada, quando dormimos. O que vemos é a terra agradecida, pronta para fecundar a semente que foi plantada! Felicidade é coisa que não tem nome. É silêncio que perpassa os dias tornando-os mais belos e falantes. Felicidade é carinho de mãe em situação de desespero. É olhar de amigo em horas de abandono”.


Você é meu convidado para viver essa experiência de “Felicidade”.


Aqui, no site: www.terezabarreto.com, você encontrará todas as programações dos workshops referentes à Bola da Felicidade.


Abraços carregados de amor, fé e esperança em novos dias de felicidade, amém.


Tereza Barreto




 
 
 







Maria Lúcia, amiga irmã querida, me encantou com a sua partilha da Bola da Felicidade para o anjinho Francisco que nasceu, amei! Amei, chorei!!!

É muito gratificante ver uma semente nascer, ainda mais quando é a semente da Bola da Felicidade que parte das mãos de uma multiplicadora!

Nascer e florescer no mundo, glórias aleluia!

Pulando de felicidade!




Abraços minha querida, com todo carinho e admiração do mundo!!!!

Seja bem-vindo, Francisco!

Tereza Barreto


 
 
 
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